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quinta-feira, 2 de junho de 2016

SALA DE LEITURA: “PROJETO SOPA DE LETRINHAS”

POR MARI MONTEIRO




Durante este semestre foi desenvolvido, junto aos 2ºs e 3ºs anos, pela Professora Ana Soares, o Projeto: “Sopa de Letrinhas”.  Trata-se de mais um Projeto de incentivo à leitura cujo lúdico fez toda a diferença. Isso porque empregando o “faz de conta”, após a leitura de variadas obras da Literatura infantil, as crianças imaginavam-se “cozinheiras” de uma sopa de letrinhas feita em uma panela “gigante” da qual eles tiravam as letras necessárias para montar palavras e/ou frases relacionadas à história lida. Cada grupo queria formar mais palavras que o outro e, o mais importante, eles se ajudavam e se corrigiam quando necessário. Em seguida, cada grupo lia para a classe as palavras e as frases montadas! Foi uma alegria só!!!


► Seguem o Plano de Trabalho e os registros das atividades desenvolvidas:


SALA DE LEITURA 2016
PROFESSORA : ANA SOARES


PROJETO: SOPA DE LETRINHAS
Projeto a ser desenvolvido com alunos do 2º e 3ºAno / Ensino Fundamental I.


JUSTIFICATIVA:
Este Projeto consiste em uma proposta interdisciplinar visando superar as dificuldades de leitura, interpretação e escrita de alunos do 2º e 3º Ano do Ensino Fundamental I. Pensando neste contexto, o Projeto torna-se viável, pois pretende fomentar esse processo tão importante em um mundo letrado como o nosso, de maneira alegre e descontraída, ou seja, fazendo uso da ludicidade.

As atividades lúdicas como recurso pedagógico constituem em um instrumento criativo, interativo, participativo, cooperativo, pois possibilita à criança construir seus conhecimentos por meio de desafios.


OBEJTIVO GERAL:
Desenvolver no aluno habilidades para a leitura e escrita de maneira prazerosa e descontraída, contribuindo, dessa forma, na formação de leitores competentes.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
  •  Formar palavras a partir de silabas dadas e identificar outras que possam ser escritas com essas letras;
  •  Desenvolver habilidades para a observação e raciocínio lógico;
  •   Divertir-se brincando com as palavras;
  •   Organizar palavras escritas ao contrário;
  •   Decifrar enigmas a partir das instruções dadas;
  •   Resgatar os nomes de objetos utilizando a escrita e relacionando o nome à imagem;
  •   Ordenar palavras para formar frases;
  •   Reconhecer as letras em diferentes contextos;
  •   Resgatar os nomes de objetos utilizando a escrita e relacionando o nome à imagem.


METODOLOGIA:
Desenvolvimento do projeto em etapas:

Leitura: Leitura em grupo, escrita de palavras ditadas, retiradas do texto lido, com uso do alfabeto móvel;
 Histórias em desordem: Enumerar a história na sequência certa e escrever o que está acontecendo em cada sequência;
Jogo dos erros: Descobrir diferenças entre dois desenhos e representá-las por meio escrito;
O que é o que é: Por meio de algumas perguntas, o aluno deverá descobrir do que se trata e expressar por meio escrito;
Criptograma: Por meio de símbolos com respectivas iniciais, descobrir e completar palavras;
A frase: Substituir os números pelas suas respectivas letras do alfabeto para que se possa descobrir a frase;
 Figuras diretas: Escrever o nome de cada figura na direção indicada pela seta, tendo como base um nome já escrito.


PERÍODO DE REALIZAÇÃO: Primeiro semestre.


AVALIAÇÃO:
A avaliação ocorrerá durante o desenvolvimento das atividades na sala de leitura, observando a participação e elaboração das atividades propostas.












segunda-feira, 11 de abril de 2016

INCLUSÃO ESCOLAR: UMA PRÁTICA GRATIFICANTE

POR MARI MONTEIRO





Contamos, na E. E. Carlos Drummond de Andrade, com um número significativo de alunos portadores de deficiência. E, neste artigo, destacamos os irmãos Higor e Guilherme, que estão conosco há quatro anos, tendo sido alunos das Professoras Geórgia; Vera Lovato; Aida Cordeiro e, neste ano, da Professora Claudia. No período que compreende achegada deles em nossa escola até os dias atuais, estas profissionais muito se empenharam e se esforçaram para que eles, além de conviver com os colegas, também aprimorassem outras habilidades. E, graças ao empenho de todas e à união entre Equipe Escolar e Cuidadoras, atualmente, Guilherme e Higor estão, além de mais próximos de todos, mais participativos também.


Trabalhar com a inclusão escolar não é uma trajetória fácil para ninguém. Eles exigem muito das professoras e das cuidadoras; mas, quando ocorre qualquer avanço, por mínimo, que possa parecer, é uma felicidade compartilhada por todos. 


Nos registros a seguir, os alunos estão participando ativamente da aula de Educação Física, ministrada pela Professora Morane. Nesta aula, eles seguiram as orientações, interagiram com os colegas e estavam visivelmente felizes.

Portanto, acompanhem os registros... Logo, teremos mais atividades semelhantes para compartilhar!!!


























quarta-feira, 2 de abril de 2014

"ESPAÇO PARA A LEITURA: UMA PRÁTICA NECESSÁRIA"

POR MARI MONTEIRO



Elaborar um bom espaço de leitura aconchegante e atrativo nas salas de aula é uma prática constante na E. E. Carlos Drummond de Andrade. Tal procedimento é parte de uma série de incentivos à leitura promovida pelos educadores em geral.



 


Nesse sentido, todas as salas de aula possuem o chamado “ESPAÇO DA BOA LEITURA”. Exemplo disso é o espaço criado pela Professora Gedalva Maria e pela Professora Vera Lovato dos 3ºs anos C  e G, respectivamente.


 
Em contato com este espaço e tendo à sua disposição diversos títulos de obras, os alunos estabelecem um vínculo cada vez mais estreito com a prática da leitura. Daí por diante, são realizadas trocas entre eles e, periodicamente, os livros são “substituídos” por exemplares inéditos a determinada sala. O que propicia o conhecimento de diversos autores e gêneros.

terça-feira, 25 de março de 2014

LER É PRECISO: UMA PROPOSTA DECENTE!

POR MARI MONTEIRO



Não entendo muitas coisas na Educação. O que não é ruim; pois os questionamentos e as dúvidas nos movem. Mas, há uma questão em particular que me “perturba” desde que fiz o extinto Curso de Magistério (aquele em que o colegial com duração de QUATRO ANOS equivalia ao Ensino Médio com Habilitação para ministrar aulas). Trata-se do fato de o professor, de um modo geral, e quem me dará o parâmetro do quão geral é, serão os ESPERADOS COMENTÁRIOS que, eventualmente, sejam feitos acerca deste artigo, NÃO GOSTA DE LER.

Diante disso, há no mínimo dois aspectos que podem ser enumerados e que “servem” de defesa (ou, se preferir, de justificativa) para o fato de o professor não ler com a frequência que deveria e que, sei, MUITOS GOSTARIAM. Dentre eles; o PREÇO dos livros: altíssimo para os padrões e vida do brasileiro; a FALTA DE TEMPO; há muitos professores que lecionam TRÊS períodos. Ler quando? E como?  


Sobre o preço, realmente livro é um objeto de consumo caro. Mas, este argumento cai por terra, quando nos lembramos dos e – books e dos inúmeros sites que permitem baixar livros de graça. Além disso, toda escola (ou a maioria delas) conta com um acervo de livros para a formação do professor e periódicos de excelente qualidade; incluindo a REVISTA PÁTIO. Sabe quanto custaria esta revista, caso fôssemos comprá-la nas bancas? Tenho o exemplar deste trimestre em mãos (Janeiro/Março 2014) cujo preço é R$ 37,00. Praticamente o preço de alguns livros. Há, inclusive, livrarias que fornecem descontos para professores. Perceba que o problema relacionado aos preços não é tão grande assim.



Quanto ao tempo. Ah! O tempo! A falta deste é sim um grande problema. Eu mesma tenho diversos livros ainda intactos em casa que ganhei em aniversários, natal etc. Como gostaria de mais tempo para lê-los... Mas, ler CAL – MA- MEN –TE. E não como quem lê para cumprir uma lista pré-vestibular. Ou porque o livro é emprestado e preciso devolvê-lo logo. Contudo, LEIO. Não COMO e nem QUANTO gostaria; mas, LEIO.  O que é sempre melhor que nada. Aliás, considero esta a melhor “época” para ler. Pois, não lemos mais fazer provas ou resenhas. Podemos nos dar ao luxo de LER POR PURO PRAZER; seja para nossa formação; sejam romances; contos; artigos, enfim... Tudo que nos interessar e não o que, enquanto estudávamos, nos era IMPOSTO.

A propósito, a questão da OBRIGATORIEDADE DA LEITURA; sobretudo, no Ensino Médio é, a meu ver, a grande vilã da geração dos “não – leitores”. Porque, a gente odiava os livros; tinha prazos curtos; a linguagem era por demais distante da nossa... E, depois, havia sempre uma cobrança para notas.  Atualmente, vejo os professores oportunizando aos alunos uma variedade grande de livros; várias opções de gênero. O aluno, por sua vez, no mínimo, tem uma grande diversidade para manusear e para escolher. ESCOLHA. Esta deve ser a palavra – chave. Deveríamos todos poder frequentar as livrarias e ESCOLHER QUAL LIVRO COMPRAR. Dirão: “Não precisa comprar, pega emprestado na escola ou na biblioteca da cidade”. Sim. É uma alternativa viável. Mas, nada se compara ao prazer de escolher o NOVO; O SEU LIVRO (que poderá ser grifado, no qual poderão ser feitas as mais diversas anotações); a dignidade de pagar pelo livro agrega mais valor à leitura. Digo isso porque conheço muitos alunos que abrem mão de passeios ou roupas novas para comprar dois ou três livros novos.

Indiscutivelmente, nos esforçamos para que nossos alunos leiam. E presencio na E.E. Carlos Drummond de Andrade um grande empenho para que isso aconteça. Mas e nós? E quanto aos NOSSOS LIVROS; as NOSSAS ESCOLHAS; ao NOSSO TEMPO? Fica o desafio. Muito provavelmente (e isso é o que acontece comigo e, creio, com vários outros educadores), teremos de abrir mão de alguma coisa; trocar uma novela por um capítulo de um livro; meia hora de sono pela leitura de um conto ou artigo... Pois, por mais insignificante que estas ações possam parecer, elas FAZEM A DIFERENÇA. Terei mais assunto, mais conteúdo, mais argumentos... Posso dividir com meus alunos o que tenho lido. E eles saberão: MEU PROFESSOR LÊ! E, cá entre nós, nada como o bom e velho EXEMPLO.


Para terminar, FICA O DESAFIO. Conte-nos sobre o último livro que leu ou que está lendo. Basta um relato em forma de comentário em nosso blog. O OBJETIVO É COMPARTILHAR E SUGERIR leituras; resgatar livros e títulos que já não nos lembramos deles; conhecer novos autores e novas obras. Enfim, enriquecer nosso INTELECTO e nosso ESPÍRITO.  Farei o primeiro relato. QUEM SERÁ o (a) PRÓXIMO (A)?